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22:44 h. Sábado, 25 de Maio do 2013

Opinión

Nemesio Barxa

Avogado.Experto em direito civil galego. Presidente da Irmandade dos Vinhos Galegos.

O drama incesante

Martes de Carnaval o PP, travestido de legalista, votará no Congresso em contra das propostas para minorar os danos derivados dos despejos. O certo é que tampouco mostrou muita diligencia o PSOE na sua época de governo para limitar...

Desvergonha

Asomarse aos jornais cada manhá é um acto de valor ou de masoquismo.

Indignado

Ao olhar os jornais esta manha sentim nojo, indignação, raiva, despreço ante a noticia de que o Sr. Nuñez Feijoo manifestou num clube de empresarios que defendem o uso da lingua galega (?) que “... longe de empequenecer,...

Ainda nos queda Portugal

A forza do povo é uma referência reiterada, mas sem efectividade; nem o povo é o que mais ordena nem importa nada aos gobernantes elegidos por esse povo o que a este pode interesar.

Difícil mudança

Entrementes o povo não tome o poder vai ser difícil que algo mude neste país; somos uns revoltados muito pacíficos, incapazes de subverter a situação de degradação dos nossos direitos e de reagir fronte ao...

Fim de ciclo

Atordoados neste incrível big-bang económico tal vez deixamos sem analise dados igualmente reprováveis como o descabeçamento do movimento sindical a cargo dos poderes ejecutivo e judicial.
O grande Montesquieu inventou aquilo da “separação dos poderes legislativo, executivo e judicial”, principio reiteradamente invocado por toda democracia e todo democrata que se precie; invocado sim, mas outra coisa é...

Estafas

Uma noticia, agachada entre os destacados titulares que nos anunciam a boa nova do resgate bancário e o final das nossas coitas económicas, chamou a mina atenção por ver o mundo ao revés: a noticia era que “uma...

O malhador do povo

  O ombusman era uma instituição originaria dos paises nórdicos com a que sonhávamos o progressismo militante no franquismo; semelhava que nós nunca seríamos quem de instaurá-la neste...

No eclipse da constituição

Havia o rei de um país que massacrava elefantes, com dinheiro público (ou devendo favores), num longínquo território, no tempo que um seu genro “trincava” igualmente dinheiro público, um seu neto resultava...
Outras voces
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